Softplan apresenta inovações para a Justiça em evento internacional

06/02/2020 | 3 min. de leitura

O acesso à Justiça é um tema cada vez mais discutido no mundo inteiro, principalmente com as sociedades ampliando sua capacidade digital de forma exponencial.

Colocar esta temática em constante evidência é o objetivo do HiiL (The Hague Institute for Innovation of Law). A instituição promove anualmente o Innovation Justice Forum, evidenciando as inovações para a Justiça e as tendências para esta área. Este ano, o foco do evento é discutir formas de investimento para o ecossistema.

O evento reúne cerca de 300 especialistas e entidades de 50 países. Pelo segundo ano consecutivo, a convite do HiiL, o Brasil é representado pela Softplan. A empresa é uma das mais influentes LawTechs do planeta e desenvolvedora do SAJ (Sistema de Automação da Justiça). A solução épioneira na implantação do processo digital na Justiça da América Latina.

Softplan foi representada por comitiva de especialistas: Tiago Melo, Júlia Rodrigues e Leonardo Baldissera

Inovações para a Justiça: tecnologias para apoiar o raciocínio humano

Entre os grandes desafios atuais para o acesso à Justiça está a limitação humana diante de um número gigantesco de informações. O ecossistema passa a ser mais ágil quando há tecnologias que apoiem os operadores do Direito em suas tarefas.

“Nos últimos anos, surgiu uma teoria chamada Economia Comportamental. Ela evidencia de forma mais clara as limitações cognitivas do raciocínio humano. A partir disso, começamos a tomar nota de como o cérebro funciona para entender qual influência nossas tecnologias devem ter para resolver essas limitações”, explica Tiago Melo, especialista em inovações para a Justiça da Softplan.

Tiago Melo foi destaque em painel que explica como as pessoas e os processos podem promover grandes inovações para a Justiça

Com base nesse conceito, a Softplan desenvolveu soluções voltadas a conciliadores. Essas novas tecnologias foram compartilhadas do fórum internacional por Tiago num painel voltado a cientistas sociais, designers, estatísticos, psicólogos, focando em pessoas e técnicas.

Métricas na Justiça

O tema central do evento este ano questiona: se a Justiça está no centro da sociedade, por que também não é o centro dos investimentos? Com base nisso, a programação deu espaço à discussão de indicadores e métricas que defendam o aporte de investimento no ecossistema.

“Devemos levantar resultados e números que mostrem uma mudança de cultura. Só é possível criar métricas assertivas a partir de uma Justiça minimamente digital. Com elas, é possível diagnosticar o cenário atual e projetar os ganhos com o uso da tecnologia”, argumenta Júlia Rodrigues, analista de negócios internacionais da Softplan.

Júlia Rodrigues participou de painel que levanta sugestões e argumentos para investimentos no ecossistema da Justiça

Júlia compartilhou a experiência da Softplan, que há 29 anos desenvolve e evolui projetos voltados ao setor público. Entre eles, a transformação digital do Tribunal de Justiça de São Paulo, o maior da América Latina.

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